domingo, 26 de junho de 2016

Como conservar as ervas aromáticas frescas


Dicas para conservar ervas aromáticas frescas!
: 1º Escolhe folhas "saudáveis", lava-as e seca-as muito bem;
: 2º Pica as folhas finamente;
: 3º Coloca na cuvete de gelo (cerca de 2/3 de ervas);
: 4º Cobre as ervas com azeite virgem extra e cobre com papel transparente, antes de levar ao congelador;
: 5º Quando estiver congelados, retira os cubos e coloca-os em sacos de congelação devidamente identificados (com data de congelação, isto porque não convém armazenar mais do que uns meses).
A utilização da cuvete é vantajosa pois podes preparar mais do que uma combinação de ervas, bem como ter doses individuais para utilizar mais tarde nos teus cozinhados!


Conserva em azeite:
O tratamento inicial é o mesmo utilizado para o congelamento, com a diferença que ao final as ervas deverão ser trituradas antes de colocá-las em potes de vidro com azeite extra-virgem. Atenção para que as ervas permaneçam completamente cobertas com azeite. A validade é de 6 meses e devem ser conversadas no frigorífico/geladeira.



Imediatamente depois de cortar as ervas aromáticas ou de comprar-las no mercado, devemos colocar-las entre papel absorvente húmido e colocar no frigorífico para que se conservem durante mais tempo.




Plante um jardim de Aromática e saiba a Erva certa para cada prato
Você pode ter em casa, num pequeno canteiro ou vaso, algumas Ervas Aromáticas que não exigem muito cuidado e podem funcionar como aliadas.

"Manteiga" & Creme de barrar Vegetal


Pastas&Dips&&Maioneses&Cremes de barrar



Creme de Aveia Caseiro


     1 medida de flocos+2 de água 
   - triturar, coar, engrossar ao lume e usar!



quarta-feira, 22 de junho de 2016

Arroz de Tomilho com Flôr de Sal com Orégãos



1 dente de Alho
Azeite
Arroz
Flôr de Sal
Orégãos
Tomilho Fresco
Água

Modo de Preparação
Faz um refogado com o alho  os temperos.

OU
No copo da Bimby coloca-se 1 dente de alho e um pouco de azeite.
Programa-se 7 min., vel. 1, temp. 100º.
No cesto da Bimby coloca-se o arroz, flôr de sal com orégãos e uma haste de tomilho fresco.
Coloca-se o cesto dentro do copo, adiciona-se 800 gr. de água.

Programa-se 13 min., temp. 100º, vel. 4.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Arroz malandro de Lameirinhas (Calocybe gambosa)



Ingredientes (para 4 pessoas):
1 cebola média
azeite qb
3 ou 4 exemplares de Cogumelos Calocybe gambosa(*)
arroz carolino(ou outro)
sal qb
oregãos

Coloca o azeite com a cebola picada numa panela a refogar.
Quando a cebola estiver translúcida coloque os cogumelos cortados aos pedaços e um pouco de água e ponha o lume no mínimo. Deixa os cogumelos cozinharem e libertarem o seu aroma durante cerca de 15 min. Acrescenta o arroz, o sal e a restante água (3 vezes mais que a medida de arroz, para ficar malandro) e deixa cozer. Junta oregãos quando o arroz estiver quase cozido (opcional).
Serve e desfruta deste delicioso prato!



* Calocybe gambosa

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Pasta/concentrado de tomate

Concentrado de tomate

1 kg de Tomate (de preferência coração-de-boi)***
Alho q.b.
Azeite q.b.
Louro
Ervas a gosto (manjericão, tomilho, etc.)
Sal q.b.

Começar por escaldar o tomate. Retirar a pele e as sementes. De seguida, colocar num escorredor e deixar perder maior parte dos sucos. Depois, espremer bem o tomate.

Temperar com alho, louro, e ervas a gosto. Triturar tudo. Colocar em frascos esterilizados, pressionar e finalizar com óleo e uma boa camada de sal. Tampar bem e levar a ferver em água durante vinte minutos.

Deixar arrefecer com a tampa virada para baixo em cima de um pano de algodão para que ganhe vácuo e assim conserve melhor o preparado.


Fonte. notassoltasecoisasdoces


*** Pode usar tomate seco.
*** Pode fazer um refogado e depois triturar.

Enfim Casada
Ingredientes
3 kg de tomate cortado em 4 (sentido do comprimento)
1 copo(s) de água

Coloque a água e os tomates sobrepostos, tape.
Depois de começar a ferver, deixe cozinhar 1 hora.
Deixe esfriar um pouco, triture no liquidificador e coe.
Guardar como explica a receita em cima.

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Sugestão: Pode congelar em sacos ou couvetes de gelo.

Marmita... no frasco!



Para começar você deve esterilizar o seu pote de vidro, usar as folhas novas as que já tem tempo na geladeira não serve. Esta salada dura 7 dias na sua geladeira não deve ser levada ao congelador.

Montagem: salada no pote de vidro
1). Comece a montagem de sua salada pelo molho. Pode ser pronto ou alguma receitinha caseira, como mostarda, parmesão, molho tártaro, azeite, vinagre, shoyu, entre outros. Tudo o que for líquido deve entrar no pote nesta hora. Não deixe que ultrapasse um dedo de molho, caso contrário sua salada ficará encharcada.

2). Coloque ingredientes que podem ficar em contato com líquidos, como cebola, pepino, pimentão, cenoura, feijões, grão de bico, rabanetes, repolho, vagens, etc, pois caso contrário sua salada pode murchar e estragar mais rapidamente.

3). A terceira camada é a dos alimentos mais pesados e também os mais saborosos, os acompanhamentos que dão um sabor especial à salada. Pode ser usado milho, tomate, ervilha, palmito, azeitona, cebolinhas, brócolis, nozes, castanhas, morango, abacaxi, manga, cogumelos, croutons, além de frutas secas como damascos e uvas passas, entre outros.

4). A última camada é a de folhas. Esta camada deve ser a mais generosa, ocupando quase a metade do vidro. Utilize verduras como alface, repolho, acelga, rúcula, espinafre, etc. Vale lembrar que as folhas devem estar bem secas, pois caso sejam guardadas molhadas elas estragam rapidamente.
Para a máxima conservação de sua salada use ingredientes frescos. Feche bem o vidro e abra o pote novamente apenas quando for consumir, mexendo bem o vidro para misturar os ingredientes e o tempero.


domingo, 19 de junho de 2016

Paparis

Paparis são um acepipe da cozinha goesa e da cozinha indiana. Um papari consiste numa folha fina de massa, firme e seca, frita ou assada, que pode levar uma grande variedade de especiarias. Podem ser servidos frios ou quentes, como aperitivo ou acompanhando pratos fortemente condimentados da culinária da Índia, como o caril.

A designação papari tem origem na culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia. Nas demais regiões da Índia, os paparis são conhecidos por variantes da palavra papadum, tais como papadam, poppadom ou appadum.
A receita varia de região para região e até, na realidade, de casa para casa. Mas, tipicamente, a massa é feita de lentilhas, grão-de-bico ou arroz pilados. Nalguns locais, também pode ser utilizada a jaca como ingrediente.

São adicionados sal e óleo de amendoim, para compor a massa, que pode ser temperada com malaguetas, cominhos, alho ou pimenta preta. Por vezes, é também adicionado fermento.
A massa é moldada como um círculo fino e colocada ao sol a secar, em seguida. Pode ser frita, assada numa chama de fogão, torrada ou no micro-ondas, conforme a textura desejada.
No sul da Índia, os paparis são normalmente consumidos como acompanhamento das refeições, enquanto que no norte são consumidos no fim destas. Como aperitivos, podem ser consumidos cobertos com cebolas picadas, chetnim ou outros molhos, como o balchão. Nalgumas regiões da Índia, são ainda utilizados crus, na preparação de caris e de temperos vegetais.



Ingredientes:
1 colher de café de curcuma
70 grs de manteiga
300 grs de farinha (de grão)
sal q.b.
azeite q.b.
1 malagueta
água q.b.

Confecção:
Deita-se a farinha numa tigela. Mistura-se a manteiga e o sal, a curcuma e a malagueta bem pisadas.
Vai-se adicionando água aos poucos e amassando até ficar uma massa maleável.
Cobre-se a massa com um pano e fica a descansar durante 2 horas. Depois formam-se bolas que se põem na pedra da mesa enfarinhada e que se estendem com o rolo até ficarem bem finas, com o diâmetro de 10 cm.
Fritam-se em azeite quente.
Ficam muito estaladiças as rodelas

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Dar nova vida aos vegetais: Truque



Nem sempre conseguíamos consumir todos os vegetais e alguns acabavam por se deteriorar no frigorífico.

Para evitar esta situação vamos recorrer a um truque: quando começam a ficar "moles", devemos coloca-los, durante uma hora, em água bem fria, com uma batata crua, cortada em rodelas. Desta forma, ficam mais rijos e viçosos, e com muito melhor aspecto. Se ainda não conheciam, experimentem porque vão ficar surpreendidos com os resultados.

Dica do blog lobo-na-porta

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Chá de ruibarbo – Benefícios e propriedades

Benefícios do Chá de Ruibarbo


Ingredientes

1 litro de água
4 colheres de sopa do caule de ruibarbo

Modo de preparo

Em seguida, leve ao fogo e deixe cozinhar, após alcançar fervura, por cerca de dez minutos. Passado esse período, desligue o fogo e tampe, deixando repousar por mais cerca de dez minutos.Quando amornar, coe e consuma em uma dose entre duas e três xícaras por dia.

Contraindicações : Como já foi citado, o ruibarbo não pode ser consumido em excesso, pois o ruibarbo pode trazer problemas, alguns exemplos disso são os espasmos gastrointestinais dolorosos, que dão lugar a rectocolite, perda do potássio ou pseudomelanose cólica. O ruibarbo não é recomendado em casos de gravidez, lactância, menstruação, hemorroides, cistite, insuficiências renais ou cardíacas, entre outros.


Como Preparar o Ruibarbo
O ruibarbo pode ser consumido de diversas formas, de acordo com a necessidade. Na grande maioria dos casos ele é ingerido cru, preparado juntamente com saladas. No entanto, se sofrer de queimaduras, febre ou feridas na pele, pode fazer uma compressa de ruibarbo. Basta levar ao fogo um litro de água com 4 colheres da planta, deixe ferver e então desligue. Coloque dentro da chaleira um pano limpo e deixe-o absorver o líquido. Quando a temperatura estiver agradável, aplique a compressa na região afetada. Já se o problema for gengivite ou feridas na boca, repita o procedimento anterior, mas não inclua nenhum pano no chá. Apenas o deixe esfriar e então faça bochecho com o chá de ruibarbo uma vez ao dia.


Originária do Sudeste Europeu, a planta ruibarbo pertence à família das Polygonaceas e possui o nome científico Rheum tanguticum, sendo conhecida também como ruibarbo da China, ruibarbo do campo ou ruibarbo palmado. É uma erva anual de pequenas flores esbranquiçadas ou esverdeadas, grandes folhas ásperas e palmadas, com fruto aquênio. A planta possui propriedades medicinais que podem trazer diversos benefícios para o organismo que a consome.

Benefícios e Propriedades
Os principais ativos do ruibarbo são ácidos – gálicos, crisofânicos e tânicos –, antraquinonas e glicosídeos. Suas propriedades são: laxante, digestivo, estomáquico, adstringente, anti-inflamatório, antimicrobiano, antibacteriano, anti-séptico, tônico e estimulante estomacal. Assim, a planta é capacitada para combater infecções hepáticas, biliares, funções intestinais irregulares e astenia. Trata-se ainda de um poderoso laxante natural, podendo ser utilizado para tratar prisões de ventre leves, medianas ou graves. Também auxilia o tratamento de faringite, gengivite, dispepsia, coágulos de sangue, amenorreia, diarreia, disenteria, vermes, febre, icterícias, feridas na boca, hemorroidas e menopausa.

É possível até mesmo utilizar o ruibarbo para limpar o intestino antes da realização de exames como radiografias, além de intervenções ou operações que requeiram isso. No entanto, apesar de todos os seus benefícios, não se deve cair na tentação de consumi-lo em excesso, pois pode ocasionar espasmos gastrointestinais dolorosos, que podem se complicar e resultar na perda de potássio, rectocolite ou pseudomelanose. É contraindicado para gestantes, lactantes, mulheres no período menstrual, pessoas que sofram de cistite, insuficiências cardíacas ou renais. Por mais que seja uma erva bem conceituada e que já tenha curado a muitos, nada em exagero é benéfico, principalmente no quesito saúde e medicação. Acredite, por mais que a medicação seja natural, ainda assim necessita de acompanhamento médico.