sexta-feira, 27 de maio de 2016

Tacos com recheio de noz

WalnutTacos

2 chávenas de nozes trituradas
2 colheres de chá de cominhos
1 colher de chá de coentros
2 colheres de chá de molho de caju(*)
2 colheres de chá de vinagre balsâmico
1 pitada de pimenta de caiena
1 pitada de alho em pó

Junte todos os ingredientes numa misturadora, sem desfazer demasiado. Recheie os tacos com essa mistura e sirva com uma salada de alface romana, abacate, tomate e azeitonas.

Receita de Marcos Borges, coacher de Beyoncé

(*) Molho de cajú - Compassionate Cuisine




A nossa sugestão: Tacos de Couve-flor!

Ingredientes ( 6 Unidades)
2 Chávenas de couve-flor (retirar os talos)
água q.b.
Sal e pimenta a gosto

Preparação
Limpe a couve-flor e retire os talos, lave-os e leve-os ao triturador.
Coloque a couve-flor ralada no micro-ondas por 2 minutos e mexa, acrescente mais dois minutos e mexa novamente. Dê um banho de água fria para parar o cozimento, coe com a ajuda de um pano e esprema a couve-flor para retirar o excesso de água.

Coloque a couve-flor ralada de volta na tigela,  junta água enquanto vais amassando até formar uma massa compacta, que se descole facilmente com as mãos,  tempere com sal e pimenta e misture bem os ingredientes.

Espalhe a mistura na assadeira forrada com papel manteiga em círculos ou no formato que preferir.

Pré-aqueça o forno a 180º e coloque as tortilhas por 10 - 15 minutos. Depois é só retirar cuidadosamente do papel manteiga, e colocá-los novamente na assadeira e retorne ao forno por mais 5 - 7 minutos ou até ficarem douradinhos.

Para servir aqueça uma frigideira de tamanho médio e coloque as tortilhas pressionando-as ligeiramente para baixo até que fiquem douradinhas.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Pappa al Pomodoro

Sopa do italiano Pasquale Mancini, do Terraço Itália
Sopa de tomate e pão

Ingredientes
2 alhos-francês/porós de tamanho médio
300 g de pão italiano (certifique-se sempre de comprar um pão sem nada de origem animal – leia, pergunte)
30 g de manjericão fresco (somente as folhas)
400 g de tomate pelado (aproximadamente duas latas)
200 ml de azeite de oliva extravirgem
500 ml de caldo de vegetais (caseiro)
Sal a gosto
Pimenta-calabresa a gosto

Preparo
Em uma panela de tamanho médio coloque o azeite com o alho-poró bem picadinho e refogue em fogo médio por aproximadamente 15 minutos. Em seguida, coloque os tomates pelados inteiros, o manjericão, o sal e a pimenta-calabresa. Mantenha em fogo baixo por mais 15 minutos, mexendo delicadamente para não grudar. Após o cozimento do tomate, adicione o caldo de vegetais e cozinhe por mais 15 minutos em fogo médio. Na sequência, coloque o pão italiano cortado em fatias sobre o caldo de tomate e deixe descansar por 15 minutos. Mexa delicadamente o pão para que forme uma mistura uniforme e sirva com um manjericão fresco e azeite de oliva.

Tempo de preparo: 60 minutos
Rendimento: 4 porções

Vista-se


Uma simples e deliciosa iguaria italiana. (para os italianos, seria apenas um primo piatto!)
O clássico toscano leva apenas tomates, manjericão, alho, azeite e pão. Chegou a ser tema de uma canção de Rita Pavone nos anos '60 e está entre as receitas favoritas de Jamie Oliver.
O prato – que tem mesmo a consistência de uma papa – familiar, podendo ser comido por bebês e avós (ambos sem dentes!).
Trata-se de uma sopa com poucos ingredientes e de preparação descomplicada. O objetivo é justamente o de sentir o maravilhoso e intenso sabor do tomate e do manjericão – combinação mais que perfeita, hoje arraigada à culinária italiana.
No tempo dos romanos, o manjericão – de sabor quente e balsâmico – era considerado uma erva mágica. “Sua colheita seguia um ritual específico: a mão direita tinha de ser purificada com folhas de carvalho, e a esquerda precisava ser lavada em três fontes diferentes, para se poder tocar no manjericão”, relata Maria Lucia Gomensoro, no Pequeno dicionário de Gastronomia.
Já o tomate, que hoje associamos imediatamente à cozinha italiana, é originário da América tropical. Junto com outros produtos – como a batata e o pimentão –, o pomodoro chegou à Europa entre o fim do século XV e a primeira metade do XVI. Entretanto, Massimo Montanari afirma, na obra Comida como cultura, que o fruto custou a afirmar-se no Velho Mundo.
O evento decisivo para a difusão do ingrediente foi a sua transformação em molho. A partir do século XVII, começou como acompanhamento, primeiro em Espanha e depois em Itália. No século XIX, o molho de tomate tornar-se-ia um sucesso ao ser servido sobre a 'pasta' italiana.
A pappa al pomodoro é praticamente um molho de tomate com pão dentro.

Buon Appetito!

Galette de Raízes

Galette

1/2 batata pequena
1/2 cenoura
1/2 pastinaca
1/2 batata doce
1 beterraba pequena
2 c. sopa de azeite
sal
alecrim


Descascar e cortar todos os tubérculos em fatias muito fininhas — usar uma faca afiada ou uma mandolina — e colocá-las numa taça com água fria para as lavar e misturar bem.
Escorrer muito bem toda a água e colocar as rodelas no frigorífico, destapadas, durante algum tempo, para que sequem.

Aquecer o forno a 200ºC.
Numa frigideira que possa ir ao forno, (ou numa assadeira) colocar o azeite.
Dispôr as rodelas em camadas, ocasionalmente temperando com sal e umas folhinhas de alecrim, continuando a acrescentar camadas à galette, deixando a última camada o mais arrumadinha possível. Pressionar para acamar.
Colocar mais um pouco de azeite por cima, acabar de temperar com o sal e o alecrim.

Levar ao forno por 45 minutos — verificar com uma faca que as rodelas estão bem cozidas. Inverter da frigideira para um prato, e inverter de novo para o prato de servir.

Fonte: cafepatita

Sopa Pirosa

Sopa cor-de-rosa

Para a sopa:
2 batatas médias
2 cebolas médias
2 dentes de alho
1 talo de alho francês (só a parte branca)
1/2 beterraba pequena
2 c. sopa de azeite
Sal q.b.
Pimenta preta q.b.

Beterraba
Para a guarnição:
1 beterraba pequena
Azeite
Folhas de salva
1/2 c. sopa de azeite
Sal
Pimenta preta

Descascar a batata, a cebola, o alho e a beterraba e cortar em pedaços. Lavar o alho francês e cortar em rodelas.

Num tacho, juntar a batata, a cebola, o alho francês, a beterraba, os dentes de alho e o azeite e cobrir tudo com água. Temperar com sal e pimenta.

Levar ao lume e deixar ferver até a batata estar completamente cozida (testar com um garfo).

Triturar tudo muito bem numa liqüidificadora, ou com a varinha mágica. Juntar um pouco de água a ferver caso esteja demasiado espessa — eu gosto dela bem consistente — e rectificar o tempero. (Se forem marotos como eu, podem ainda juntar-lhe uma colher de sopa de natas, uma noz de manteiga e umas gotinhas de sumo de limão.)

Enquanto a sopa coze, ligar o forno a 200ºC e forrar um tabuleiro de forno com papel vegetal.

Descascar e cortar a beterraba em fatias muito finas, usando uma mandolina se for necessário.

Regar o tabuleiro com um fio de azeite, e dispor as fatias de beterraba lado a lado. Voltar a regar com azeite, e polvilhar com sal e pimenta preta. Levar ao forno por cerca de 10 minutos, ou até ficarem estaladiças.

Numa pequena frigideira,  fritar as folhas de salva em azeite por breves minutos.

Deitar a sopa num prato, enfeitar com a beterraba, as folhas de salva, um pouco de natas vegetais e pimenta preta moída na hora.

Fonte: cafepatita

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Iogurtes sem soja



Iogurte de Amêndoas doces

Ingredientes

10 amêndoas doces sem casca hidratadas
1/2 fava de baunilha
1 cápsula de probiótico
Água que baste
Adoçante: tâmaras, damasco, uvas passas, melado ou estévia

Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto o probiótico.
Mistur a cápsula de probiótico.
Cubra a mistura com um pano limpo e guarde em local quente até fermentar.

Iogurte de castanhas de caju

Ingredientes

1 ½ xícara de castanha de caju hidratada por 1 hora
1 xícara de água
2 colheres de sopa do adoçante
Baunilha em fava
1 pitada de sal
2 cápsulas de probióticos

Escorra e lave as castanhas de caju embebidos e adicioná-los a um liquidificador.
Misture os ingredientes e bata por 5 minutos.
Coloque em uma tigela e cubra com pano limpo.
Coloque em local quente até fermentar

Iogurte de coco

Ingredientes

3 cocos verdes
1 capsula de probiótico
Bata o coco com sua água.
Misture com a cápsula de probiótico
Cubra e deixe fermentar.

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Nosso organismo possui bilhões de bactérias benéficas que, quando atacadas por alguma doença intestinal ou consumo de antibióticos, fazem uma falta danada.

Para conseguir o equilíbrio novamente, a ingestão de alimentos fermentados se faz necessária.

Entre os fermentados mais consumidos por nossa sociedade estão os Lactobacilos.

Lactobacilos são probióticos ou “organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do seu hospedeiro” (Organização Mundial de Saúde, 2001).

Ao se instalarem nos intestinos, promovem a proliferação de outros micro-organismos benéficos, auxiliam no aumento da imunidade, e produzem uma espécie de muco que protege as vilosidades intestinais, além de vitaminas do complexo B serem melhores absorvidas na presença dessas bactérias.

Os lactobacilos reduzem a proliferação de bactérias nocivas através da competição por nutrientes. Literalmente, matam-nas de fome.

Fonte: alimentosaudeinfantil



Probióticos: onde comprar(Portugal)
Lojas Celeiro ou em lojas de produtos naturais e suplementos.

Ou online:
Multi Probiótico - Efeito Verde
Fermento para iogurte - Efeito Verde

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Chips Saudáveis!


Mix de chips saudáveis

Ingredientes:
— Courgette;
— Cenoura;
— Beterraba;
— Batata doce;
— Maçã;
— Pêra;
— Abacaxi;
— Orégãos;
— Tomilho.

Modo de preparação:
Com um instrumento próprio para corte fino ou simplesmente com uma faca, corte em rodelas os vegetais. Polvilhe com ervas da província, como orégãos ou tomilho.
Utilizando um desidratador disponha as rodelas nos vários tabuleiros e deixe a desidratar durante cerca de oito a 12 horas, conforme o alimento escolhido.

Para quem não tem um desidratador, pode fazer estes chips de frutas vegetais no forno. Basta regulá-lo a uma temperatura muito baixa — cerca de 40-50 graus — e ter a porta do forno aberta para ter a certeza de que a água eliminada evapore.

Não há um tempo certo para ficarem prontas, porque depende do forno de cada um. O importante é que vá olhado e virando até ver que já estão estaladiços.

Esta receita é da nutricionista Lillian Barros, autora do blogue "Santa Melancia".


ChipsCouve-2
Chips de Kale

Ingredientes:
Quatro chávenas bem cheias de couve frisada (kale);
Uma colher de sopa de óleo de côco derretido;
Uma colher de chá de mostarda de Dijon;
Uma colher de chá de água;
Uma colher de café de paprika;
Uma colher de café de curcuma em pó;
Uma colher de café de sal marinho.

Modo de preparação:
Pré-aqueça o forno entre 100º a 120º. Retire o caule principal da couve e ripe-a em pedaços mais pequenos. Lave muito bem a couve, deixando-a repousar cerca de cinco minutos num banho de água para que a terra fique acumulada no fundo (às vezes tem pequenos aglomerados de terra presos no interior da couve que só saem se massajar as folhas).
Se achar necessário, junte umas gotas de vinagre para desinfetar.

Misture todos os outros ingredientes numa taça e verta o molho resultante por cima da couve. “Amasse” bem para que cubra todas as folhas.

Leva ao forno até estar bem seco e crocante, durante cerca de 30 minutos (tempo varia de forno para forno.)

Deixe que arrefeça e guarde num saco/caixa/frasco fechado hermeticamente.

Esta receita é de Joana Limão, autora do blogue "Lemonaid".


chips de pastinaca com molho de ervas vegan | parsnip chips and vegan herb dip
Chips de pastinaca com molho de ervas

Ingredientes para quatro pessoas:
Duas pastinacas;
Três colheres de sopa de azeite;
Uma colher de café de gengibre em pó;
Uma colher de café de sal marinho;
Meia colher de café de pimenta preta do moinho;
Uma colher de café de paprika.

Para o molho:
Meia chávena de cajus crus, demolhado durante uma hora;
Sumo de meio limão;
Um dente de alho pequeno;
Um colher de café de sal marinho;
Uma colher de sopa de azeite;
Duas colheres de sopa de coentros;
Uma colher de sopa de hortelã;
Três colheres de sopa de água (ou a gosto).

Modo de preparação:
Pré-aqueça o forno a 190º. Com o descascador, corte “fitas” de pastinaca e disponha num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal. Passe-lhes um pouco de azeite.
Numa tacinha, mistura o gengibre, o sal, a pimenta e a paprika.

Polvilhe esta mistura na pastinaca e leva ao forno até ficarem douradas e crocantes.
Entretanto, prepare o molho, triturando todos os ingredientes até ter uma pasta cremosa. Rectifique os temperos, adicionando mais sumo de limão ou sal, se for preciso.

Esta receita é de Joana Limão, autora do blogue "Lemonaid".

sweet potato chips2
Chips de batata doce e maionese de alho

Ingredientes:
Uma batata-doce, bem limpa
Uma colher de sopa de azeite
Meia colher de chá de alho em pó
Meia colher de chá de colorau ou paprika
Meia colher de chá de orégãos secos
Uma pitada de sal e pimenta preta

Ingredientes para o molho:
Meia chávena (60 gramas) de cajus neutros, demolhados pelo menos quatro horas;
Meia colher de sopa de mostarda dijon
Quatro colheres de sopa de água
Uma colher de sopa de vinagre de cidra
Sumo de meio limão pequeno
Um dente de alho
Uma pitada de sal e pimenta preta

Modo de preparação:
Pré aqueça o forno a 210º.
Corte a batata-doce em palitos finos. Coloque os palitos numa forma com papel vegetal e junte o azeite e temperos, envolvendo tudo.

Coloque os palitos numa camada única para garantir que estes fiquem crocantes.

Leve ao forno e asse uns dez minutos, vire-os, e leve novamente ao forno pelo menos mais dez minutos, até as batatas ficarem bem douradas e crocantes por fora.
Retire do forno e sirva com o molho de maionese.

Para o molho: coloque todos os ingredientes no liquidificador ou processador de alimentos, e triture até o molho ficar bem cremoso. Ajuste os temperos a gosto, e, se necessário, adicione mais água.

Esta receita é de Márcia Gonçalves, autora do blogue "Compassionate Cuisine".

Cinnamon Sugar Radish Chips in a cup
Chips de rabanete e canela

Ingredientes:
Dez a quinze rabanetes;
Uma colher de sopa de azeite;
Meia colher de sopa de pasta de tâmaras;
Uma a duas colheres de sopa de canela e açúcar misturado.

Modo de preparação:
Pré-aqueça o forno a 350º. Corte os rabanetes em tiras finas e coloque-os numa tigela para levar ao microondas. Leve ao microondas durante cerca de 30 segundos para amaciá-los.

Depois, elimine qualquer líquido e coloque-as numa tigela maior.

Adicione o azeite, a pasta de tâmaras e a mistura de açúcar e canela. Misture bem para cobrir todos os rabanetes.

Espalhe numa assadeira forrada com papel vegetal as tiras de rabanete. Certifique-se de que estão espalhadas uniformemente, sem estarem umas por cima das outras.

Leve ao forno a 350º durante quinze minutos. Depois, vire as tiras e volte a cozinhar por mais 20 minutos, mas com a temperatura reduzida a 225º.

Esta receita é do blogue "Pinchofyum".

Próbióticos Caseiros



A nossa Amiga Oksi tem estas receitas de probióticos caseiros. [clique aqui]
Conhece? Quer fazer?
- Kimchi?
- Chucrute?
- Kombucha?
- Iogurte vegetal de soja?


O que são Probióticos?


O termo PRObiótico deriva do grego e significa "pró-vida", sendo o antônimo de antibiótico, que significa "contra a vida".

PRObiótico foi definido inicialmente como: organismos vivos que quando ingeridos exercem efeito benéfico no balanço da flora bacteriana intestinal da pessoa que os consumiu.

Passado um tempo o termo foi ampliado para: organismos vivos que quando ingeridos em determinado número (concentração) exercem efeitos benéficos para a saúde por sua ação no trato intestinal.


A definição mais atual de PRObióticos é: suplemento alimentar, rico em microorganismos vivos, que afeta de forma benéfica seu consumidor, através da melhoria do balanço microbiano intestinal.

Portanto, os alimentos PRObióticos são aqueles ricos em bactérias que produzem efeitos benéficos na flora intestinal, normalmente indicados para prevenir e tratar doenças como as indicações abaixo.

Vários microorganismos são reconhecidos como PRObióticos, entre eles bactérias ácido-lácticas, bactérias não ácido lácticas e leveduras. As mais conhecidas bactérias que exercem essas funções no organismo são as Bifidobacterium e Lactobacillus.

Fonte: Doce Limão

terça-feira, 17 de maio de 2016

As Primeiras Sopas do Bebé


De acordo com as últimas indicações da Organização Mundial de Saúde (2009) e da UNICEF, as pesquisas realizadas nos últimos anos fundamentam a importância do aleitamento materno exclusivo e em regime livre nos primeiros 6 meses de vida (180 dias) e a importância de uma alimentação complementar adequada a partir dos 6 meses de idade mantendo-se a amamentação até aos 2 anos ou mais.

Quando iniciar a fase da diversificação alimentar, o seu pediatra pode sugerir como primeiros alimentos o creme de legumes ou a papa de cereais sem glúten (proteína presente em alguns cereais como o trigo, a cevada ou o centeio, e que pode provocar intolerância se introduzido muito cedo na dieta do bebé desencadeando a doença celíaca). As primeiras papas aconselhadas são as de arroz e/ou milho.

A partir dos 6 meses, introduzem-se lenta e gradualmente novos alimentos mantendo o leite materno até aos 2 anos ou mais. Os alimentos devem ser ajustados à idade e etapa de desenvolvimento do bebé e introduzidos regradamente, facilitando a aceitação da nova dieta e a digestão dos novos alimentos de forma adequada.

AS PRIMEIRAS SOPAS

O puré de legumes deve conter quatro dos seguintes alimentos: batata, batata-doce, abóbora, cenoura, alface, courgette, alho francês, brócolos, couve branca e cebola. Os restantes legumes devem seguir a regra de introdução de novos alimentos no bebé – introduzir alimentos entre 3 a 5 dias para identificar eventuais reacções alérgicas.

Neste puré deve ser adicionado 2.5 a 5 ml de azeite em cru, no prato, já que a gordura é de extrema importância para a estruturação das membranas celulares e maturação dos sistemas nervoso central e imunológico.

Com o passar dos dias, a consistência do puré de legumes deve ser cada vez menos líquida para que o bebé se adapte a diferentes texturas e treine a mastigação.

ALGUMAS REGRAS NA INTRODUÇÃO DOS ALIMENTOS

Legumes como os espinafres, nabiças, nabo, beterraba, aipo, pimento e tomate são para introduzir um pouco mais tarde (a partir dos 12 meses).
Os produtos hortícolas têm baixo valor energético e são excelentes fornecedores de vitaminas, minerais e fibra, tal como a fruta. Recomenda-se a sua introdução, gradual, tal como os restantes alimentos, a partir dos 6 meses.
A fruta deve ser da época, madura e oferecida como sobremesa, crua ou cozida, esmagada ou ralada. Inicialmente começa-se pela maçã, pêra, banana, papaia
Após os 12 meses oferecem-se outras frutas, consideradas mais alergogénicas como o morango, kiwi, amoras ou maracujá.
Com a introdução da alimentação complementar é fundamental oferecer água (engarrafada ou esterilizada) nos intervalos das refeições e em pequenas quantidades.
Uma dieta simples, diversificada e rica em vitaminas, minerais e fibras, é essencial para a promoção de bons hábitos alimentares e para a saúde do bebé.


DICAS PARA A PREPARAÇÃO DAS PRIMEIRAS SOPAS

Não necessita preparar uma sopa nova todos os dias.
A sopa pode ser guardada no frigorífico por 4/5 dias, no máximo. Pode ser mais prático preparar várias sopas em maior quantidade e congelar em doses individuais. Não se esqueça de etiquetar a sopa com a data de congelação e com os ingredientes que contém.
Os legumes devem ser introduzidos separadamente, um novo a cada 3/5 dias, pois assim é mais fácil determinar qual o legume responsável por alguma eventual alergia ou mal-estar.
Adicione apenas a água necessária para reduzir os legumes a puré. As vitaminas misturam-se na água e, se a eliminar, reduz a riqueza nutricional da sopa. Aproveite a água de cozer os legumes para uma base do puré de legumes mais rica e nutritiva.
O arroz(integral) é um alimento muito utilizado nas sopas do bebé porque o risco de causar alergias é muito reduzido. Para além disso, é um cereal de fácil digestão.
Não adicionar sal.
A única gordura de confecção permitida é o azeite, pelas vantagens nutricionais que apresenta. O azeite deve ser adicionado a cru, no prato, antes de servir.

Por volta dos 8-9 meses, introduz-se a proteína na sopa do bebé: lentilhas, ervilhas, feijão, grão; tofu, seitan.
Iniciar com porções de 10g. aumentando gradualmente até atingir a dose de cerca de 25-30 g. de proteína por dia. Esta dose  poderá ser oferecida toda numa refeição do dia (almoço) ou dividida pelo almoço ou jantar.

Ao longo do primeiro ano de vida o bebé deve experimentar novos sabores, texturas, odores e temperaturas. Esta diversidade irá ajudar o bebé a desenvolver o paladar, além de das capacidades de sucção, mastigação e deglutição. É importante que, com o passar dos meses, a alimentação não se baseie apenas em purés ou papas, e que evolua progressivamente para alimentos de consistência mais dura: “o bebé; deve dar aos dentes mesmo antes de os ter”.


Usando formas de gelo pode congelar os purés.

CALDO DE LEGUMES (4 MESES)
Ingredientes
Arroz
Batata
Batata-doce
Azeite
Cenoura
Cebola
Nabo
Abóbora
Alho francês
Agrião
Alface
Couve
Couve -flor
Nabiça
Feijão verde
Espinafres

Como fazer caldo de legumes
- Deve começar por um caldo muito simples; feito apenas com cenoura, arroz, 1/2 batata e um fio de azeite.
- Depois de bem cozidos os legumes devem ser passados por um passevite ou batedor eléctrico.
- Ofereça este caldo ao seu bebé.
- Comece por dar à criança, apenas algumas colheres de caldo de legumes, completando essa refeição com o leite habitual, se necessário.
- De dia para dia vai aumentando a quantidade de caldo de legumes, assim como introdução de outros legumes, tendo o cuidado de juntar um legume de cada vez.
Atenção
- Não utilize sal.
- Utilize uma só verdura em cada sopa.