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segunda-feira, 11 de julho de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
Pão de "tofucon" com ervilhas e Vegkeijo
Receita "Veganizada"
Ingredientes (para 7 pessoas):
200 g de tofucon em pedacinhos ou "chips" ou tofu fumado(*)
1 dl de azeite
1 dl de leite vegetal(pode usar de aveia caseiro)
400 g de farinha ou de mistura com integral(qualquer variedade)
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
3 c. de sopa de farinha de linhaça+9 c. de sopa de água(**)
100 g de ervilhas cozidas
100 g de queijo vegan ralado(***) ou 50 gr de levedura
1 pitada de sal e pimenta preta
azeite (para untar)
Farinha (para polvilhar)
Preparação:
Leve ao lume uma frigideira antiaderente, deixe aquecer, junte o tofu e deixe-o cozinhar até ficar douradinho e crocante. Depois escorra e reserve.
Numa tigela misture a farinha com o fermento, junte o sal e a pimenta, a mistura de linhaça, o leite vegetal e o azeite e bata bem.
Acrescente o queijo, junte as ervilhas e o tofu e misture. Coloque o preparado numa forma tipo bolo inglês untada com azeite e polvilhada com farinha, e leve ao forno durante 30 minutos. Verifique a cozedura com um palito, retire e deixe arrefecer um pouco antes de desenformar. Sirva morno ou frio decorado a gosto.
Dica: pode juntar ervas aromáticas picadas à massa ou uma pitada de cominhos em pó.
(*) Pode substituir por enchidos vegetais
(**)
Sementes de linhaça, são óptimas para os substituir.
1 chávena de sementes de linhaça
Colocar no liquidificador e moer até obter pó.
Guarde essa farinha obtida no frigorífico num recipiente bem tapado. Vá usando á medida que for precisando
Para cada ovo:
1 colher de sopa do pó das sementes
3 colheres de sopa de água.
Misture na água a farinha obtida das sementes e deixe ficar por 1 a 2 minutos(no
máximo, pois se ultrapassar esse tempo ficará muito espesso).
Acrescente directamente nos ingredientes da receita, ou seja no lugar dos ovos e continue.
Se a receita tiver uma quantidade muito grande de liquido, poderá e deverá colocar apenas em conjunto com os ingredientes secos, 1 colher de sopa da farinha obtida das sementes de linhaça por cada ovo que substitua.
(***)
Queijos Vegetais[clique aqui]
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Feijoada Transmontana
Receitas Regionais Portuguesas
Receitas tradicionais portuguesas, originais ou numa versão vegana
Receita Tradicional de Trás-os-Montes

1Kg de Feijão Encarnado
1 Enchido de Soja Tipo Farinheira
500 Gr de Seitan
½ couve Portuguesa ou Couve Coração
50 ml de Azeite Virgem
2 Cenouras médias
Oregãos (de preferência apanhados em fase de floração e secos em casa)
Numa panela deitar o Azeite Virgem com os dois alhos “apertados” e uma quantidade generosa de oregãos. Deixar levantar fervura fritando ligeiramente os dentes de alho . Antes mesmo deste alourarem, adicionar o Seitan em pedaços e flor-de-sal deixando fritar e mexendo varias vezes com uma colher-de-pau, permitindo absorver o sabor e não deixar agarrar ao fundo da panela. Quando achar que esta no ponto que deseja, adicione as cenouras, deixando fritar mais um pouco.
Deite agora o feijão encarnado com o líquido da sua própria cozedura, corrigindo o líquido necessário adicionando água. Deixar cozinhar em foco baixo mexendo várias vezes com a colher-de-pau para que o feijão não adira ao fundo da panela.
Entretanto poderá usar o micro-ondas para dar uma primeira cozedura às folhas de couve, préviamente lavadas e “ripadas”. A meio da cozedura do feijão, acrescente então a couve e o enchido de soja (fatiado), corrigir o tempero (verifique também a quantidade de líquido) e deixe cozinhar mais cerca de 7-10 mnts em fogo brando e mexendo algumas vezes.
receita de M. Calçada via blog comernaturalmente
Enchidos Vegetarianos
Receitas tradicionais portuguesas, originais ou numa versão vegana
Receita Tradicional de Trás-os-Montes
1Kg de Feijão Encarnado
1 Enchido de Soja Tipo Farinheira
500 Gr de Seitan
½ couve Portuguesa ou Couve Coração
50 ml de Azeite Virgem
2 Cenouras médias
Oregãos (de preferência apanhados em fase de floração e secos em casa)
Numa panela deitar o Azeite Virgem com os dois alhos “apertados” e uma quantidade generosa de oregãos. Deixar levantar fervura fritando ligeiramente os dentes de alho . Antes mesmo deste alourarem, adicionar o Seitan em pedaços e flor-de-sal deixando fritar e mexendo varias vezes com uma colher-de-pau, permitindo absorver o sabor e não deixar agarrar ao fundo da panela. Quando achar que esta no ponto que deseja, adicione as cenouras, deixando fritar mais um pouco.
Deite agora o feijão encarnado com o líquido da sua própria cozedura, corrigindo o líquido necessário adicionando água. Deixar cozinhar em foco baixo mexendo várias vezes com a colher-de-pau para que o feijão não adira ao fundo da panela.
Entretanto poderá usar o micro-ondas para dar uma primeira cozedura às folhas de couve, préviamente lavadas e “ripadas”. A meio da cozedura do feijão, acrescente então a couve e o enchido de soja (fatiado), corrigir o tempero (verifique também a quantidade de líquido) e deixe cozinhar mais cerca de 7-10 mnts em fogo brando e mexendo algumas vezes.
receita de M. Calçada via blog comernaturalmente
Enchidos Vegetarianos
sábado, 31 de janeiro de 2015
Papas SEM sarrabulho
Receitas Regionais Portuguesas
Receitas tradicionais portuguesas, originais ou numa versão vegana
Ingredientes:
300 gr de seitan(caseiro clique aqui)
200 gr de tofu fumado
1 chouriço vegetal
1 linguiça vegetal
1 farinheira vegetal
250 ml de sumo de beterraba(veja aqui como fazer)
6 pães
2 l de caldo de legumes caseiro(clique aqui)
sal, pimenta e cominhos a gosto
Preparação:
Cozer o seitan, o tofu, a soja e os enchidos no caldo de legumes de preferência em panela de pressão.
Quando bem cozida retirar e passar o caldo por um coador. Desfiar e reservar.
No caldo da cozedura, desfaça o pão e misture o sumo de beterraba se necessário, passe a varinha mágica.
Levar ao lume e juntar o seitan, o tofu e a soja mexendo sempre para não queimar.
Juntar os temperos a gosto.
Polvilhar com cominhos e sumo de limão e servir bem quente.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Sonhos de alheira
Receitas Regionais Portuguesas
Receitas tradicionais portuguesas, originais ou numa versão vegana

Ingredientes:
- 1 alheira sem pele
- 250ml de água
- 170gr de farinha
- 4 substitutos(*)
- 1 colher de chá de fermento
- 1 colher de sopa de margarina
- sal q.b.
Juntar num tacho a água, margarina e pouco sal. Deixar levantar fervura. Retirar do lume, adicionar a farinha e o fermento, mexer bem. Juntar a mistura de linhaça e a alheira aos pedaços. Com a ajuda de uma batedeira eléctrica, usando as pás em espiral, misturar bem toda a massa.
Fritar colheradas desta massa em óleo bem quente.
Servir com arroz de feijão e salada de tomate e cebola.
(*)
4 colher de sopa de sementes de linhaça em pó
12 colheres de sopa de água.
Diluir muito bem.
(uma pitada de caril para dar cor)
Receita veganizada do blog oquequesecomeaqui
sábado, 19 de julho de 2014
Legumes salteados com farinheira de soja
Ingrediente:
1/2 couve coração de boi
30gr de rebentos de soja
30gr de agrião
2 dentes de alho
azeite q.b
2c. de sopa de molho de soja
1c. de sopa de vinagre balsâmico
1/2 farinheira de soja(*)
Num recipiente com água a ferver escalde a couve e os agriões.Escoa-a e reserve.
Numa frigideira( usei o wok), coloque o azeite e o alho laminado, deixe refogar um pouco junte a couve, e os rebentos de soja, o molho de soja e o vinagre,vá mexendo de vez em quando, adicione os agriões, deixe cozinhar por último deite a farinheira de soja cortada ás rodelas e deixe estar por uns 5 a 7m.
Pode servir com arroz branco ou só assim.
(*) Pode fazer com outros enchidos vegetais!
domingo, 25 de maio de 2014
Arroz SEM pato no Forno
Receitas Regionais PortuguesasReceitas tradicionais portuguesas, originais ou numa versão vegana

Patricia is Cooking
1 emb. seitan (~ 250 g)
2-3 punhados de nacos de soja
1 chouriço vegetariano
1 cebola média-grande
2 dentes alho
2 tomates maduros ou 2 c. sopa polpa de tomate
1 cubo caldo de legumes
azeite q.b.
sal q.b.
Colocar o seitan, a soja (não demolhada) e o chouriço (com "tripa") num tacho, cobrir com água, juntar o cubo de caldo de legumes e levar a cozer durante 10 minutos. Escorrer e reservar o caldo.
Noutro tacho (ou no mesmo), fritar a cebola e o alho picados até dourar. Juntar o tomate pelado e aos pedaços (ou a polpa) e deixar apurar 1 -2 min. Adicionar o arroz e envolver bem no molho. Juntar o dobro do volume do arroz em caldo de cozer o seitan (se necessário, usar mais água) e deixar cozer em lume brando.
Entretanto, espremer os nacos de soja do excesso de líquido e cortar o seitan às tirinhas bem fininhas (eu cortei com ~0,5 cm de largura e altura e 2 cm de comprimento - tem de simular o pato desfiado, por isso não devem ser tiras muito grandes). Misturar o seitan com a soja. Retirar a tripa ao chouriço, cortar 6-8 rodelas e o restante aos cubinhos.
Quando o arroz estiver pronto (mas húmido), retirar do lume e numa travessa de forno colocar 1 camada de arroz (~1/3 do mesmo), seguida de metade da mistura de soja/seitan e do chouriço picado, nova camada de arroz, a restante mistura de soja/seitan e chouriço e terminar com o arroz. Enfeitar com as rodelas de chouriço e levar ao forno para tostar (20-30 min.).
cozinhaveggy
Adaptação do blog pedacinhodenoz
(4 pessoas)
Para o recheio:
4 "Enchidos de Soja" (fiz metade desta receita e adicionei 1 c. de chá de piri-piri em flocos)
3/4 de chávena de nacos de Soja Desidratados
4 chávenas de Cogumelos picados grosseiramente
1 Cebola pequena picada
1 dente de Alho picado
1 colher de sopa de Vinagre Balsâmico
1 folha de Louro
Azeite q.b
Sal q.b
Para o Arroz:
2 chávenas de Arroz
1 Cebola picada
1 dente de Alho Picado
2 colheres de sopa de Polpa de Tomate
Água + Liquido de cozedura do Seitan e da Soja (a perfazer 4 chávenas)
Azeite q.b
Sal q.b
Preparação do Recheio:
Demolhar os nacos de soja em água quente durante uns minutos, escorrer a água e reservar.
Cortar os enchidos de soja as rodelas grossas, misturar a soja, cobrir com água, juntar uma folha de louro e levar a cozer durante 10 minutos. Findo este tempo retirar a soja e o enchido e reservar o liquido.
Cortar a soja em tiras finas e o enchido de soja aos cubinhos e reservar algumas rodelas para decoração.
Numa panela com azeite, saltear a cebola e o alho até estarem cozidos e depois adicionar os cogumelos e o sal. Quando estes já tiverem libertado algum liquido adicionar a soja e o enchido de seitan e deixar estufar alguns minutos mexendo sempre. Quando os cogumelos estiverem totalmente cozidos, adicionar o vinagre balsâmico, mexer bem para evaporar um pouco, apagar e reservar.
Preparação do Arroz:
Numa panela com azeite, saltear a cebola e o alho até estarem cozidos e depois adicionar a polpa de tomate, mexer bem e envolver o arroz mexendo bem para ficar saboroso. Adicionar a água+liquido, o sal e deixar cozer em lume brando até o arroz estar cozido mas húmido.
Depois é só colocar uma camada de arroz num pirex, seguida de uma camada de recheio, outra camada de arroz, outra camada de recheio e a última camada de arroz. Decorar com as rodelas de seitan que se reservou e levar ao forno durante cerca de 20 minutos.
Nós acompanhamos com salada mista.
SEM pato no forno ou Empadão
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Bolinhos de Batata na grelha com alheira vegetariana

1/2 kg de batata
60 gr de margarina vegetal
uma pitada de noz-moscada
1 colher de chá de fermento
cerca de 60 gr farinha de trigo
Cozer as batatas e reduzi-las a puré. Juntar os restantes ingredientes e temperos. Quando a temperatura permitir, juntar a farinha e misturar bem com as mãos. Fazer bolas do tamanho de uma noz e deixar repousar uns minutos, enquanto o grelhador aquece. Achatar as bolas com as mãos, formar os bolinhos e grelhá-los alguns minutos de cada lado. Também é possível grelhá-los numa frigideira, em lume baixo e sem óleo.
São melhores quentes, mas frios também não são maus. Aproveite o grelhador quente para grelhar também uma alheira vegetariana, e acompanhe com uma salada verde variada (alfaces, rúcola, etc.) e azeitonas.
Empadas de Espinafres e Alheira Vegetariana
230 gr de Massa quebrada (*)
1 Alheira vegetariana
100 gr de Espinafres
1 colher de sopa de Azeite
creme vegetal para untar as formas
shoyu
1. Pré-aqueça o forno a 200º.
2. Salteie os espinafres em azeite. Entretanto abra a alheira e retire o recheio. Junte aos espinafres assim que estes tiverem perdido o volume. Misture bem. Não senti necessidade de adicionar temperos uma vez que a alheira já é bastante condimentada. Deixe por mais uns minutos e reserve.
3. Unte as formas com o creme vegetal. Estenda a massa quebrada e com a ajuda de um copo largo faça círculos para forrar as formas. Encha com o recheio de espinafres e alheira e tape com outro círculo de massa ligeiramente mais pequeno. Pincele com o shoyu e leve ao forno por 20 minutos ou até dourar. Sirva morno.
(*) Pode usar massa folhada, filo, quebrada, .. [clique para ver as receitas]
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Vegan? Com todo o Prazer!
Quem são os vegans Portugueses? Já viram a reportagem que saiu hoje na revista Tabu, do jornal Sol? Uma atriz que faz bolos veganos sem ovos, sem leite, sem gordura e sem açúcar; a campeã nacional de halterofilismo que não come carne desde os 13 anos; um ilustrador que é ativista no Movimento Segundas Sem Carne; uma analista da maior empresa de telecomunicações que criou uma marca de calçado vegan; um professor que divulga o veganismo e uma ex-professora e agora blogger a tempo inteiro que faz circular centenas de receitas vegetarianas e veganas na net.
"Vegan? Com todo o prazer!"
- Reportagem feita pela autora do livro "Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças"
Nunca comem carne, peixe ou alimentos com ingredientes de origem animal. Recusam-se a usar lãs e acessórios em pele. Quem são os vegans portugueses e o que os move? O percurso, os motivos e as estratégias de seis vegetarianos puros, ainda antes do Dia Mundial do veganismo, que hoje se comemora.
a decisão gera sempre controvérsia. quando alguém em casa anuncia que vai deixar de comer carne, peixe e todos os produtos que contenham ovos ou lacticínios, o efeito pode assemelhar-se a uma ‘catástrofe’ familiar. «vais comer o quê?». «não podes alimentar-te só assim!». «já não queres a minha comida?». receios e desabafos típicos de quem se depara com a determinação dos filhos ou do companheiro de se tornarem vegetarianos restritos, excluindo todos os produtos de origem animal da alimentação e do vestuário.
entre vegans conhecidos, estão nomes como os músicos moby e bryan adams, a atriz pamela anderson ou o atleta carl lewis. o veganismo está a aumentar no nosso país, à semelhança do que se passa na europa, nos eua ou no brasil. «há mais informação, as pessoas estão mais atentas e quando algo nos toca, mudamos mesmo», comenta nuno metello, um dos activistas portugueses para a mudança alimentar.
que motivos podem levar a esta escolha, que deixa de fora tantos alimentos, como os vulgares bolos de pastelaria, e exige estar atento a rótulos e etiquetas? a mudança tem quase sempre a ver com razões de ordem ética, ecológica e de saúde. a forma como os animais são produzidos, tratados e abatidos está longe da preocupação da maioria das pessoas mas incomoda quem tem interesse em saber de onde vem a comida e que impacto provoca.
são conhecidos os efeitos nocivos do consumo excessivo de carne e de gorduras animais para a saúde, mas outras consequências têm sido debatidas, sobretudo ligadas à poluição e degradação ambiental. a produção intensiva de carne é apontada pela organização das nações unidas como «um dos factores que mais contribuem para os mais sérios problemas ambientais» e é responsável por 18% das emissões de gases com efeito de estufa, mais 40% do que todo o sector dos transportes. números detalhados no relatório livestock’s long shadow, que os vegetarianos levam muito a sério.
do teatro à doçariamaria oliveira dias desafia quem não acredita que os bolos podem ser feitos sem ovos, sem leite, sem açúcar e sem gordura, a provar os seus! «os meus bolos não têm nada disso, nem uso corantes sintéticos», diz a autora do blogue the love food, enquanto coloca sobre a bancada vários cupcakes e um vistoso bolo com recheio e cobertura de cacau. vegan e gulosa assumida, como não encontrava à venda os bolos de que gostava, resolveu dedicar-se à culinária e reinventar receitas que deixaram os amigos de água na boca.
«criei o blogue para reunir informação sobre o vegetarianismo, mas que não fosse chocante porque isso sempre me causou angústia quando fazia pesquisas na net». tem partilhado muitas receitas, conselhos e sugestões de moda, e acabou por fazer um menu de encomendas para dar resposta aos pedidos que iam surgindo. os bolos «vegan, light e saudáveis», como gosta de frisar, são procurados, sobretudo, por pessoas diabéticas e crianças alérgicas. mas já teve um desafio bem maior, que foi preparar um bolo de casamento e as sobremesas para uma boda inteiramente vegan.
maria é vegetariana desde a adolescência e vegan há cinco anos. «nunca consegui fazer a dissociação entre a carne e o animal. quando era criança adorava sopa e fruta e se me dessem alguma coisa com nervos, ossos, espinhas ou sangue, era incapaz de mastigar e desatava a chorar. não queria que os animais morressem», conta. aos 13 anos comunicou à família a «catástrofe» e, depois de passar vários meses a tirar a carne e o peixe do prato, para dar ao cão debaixo da mesa, os pais renderam-se à ‘teimosia’ da filha e passaram a preparar-lhe refeições vegetarianas. hoje é a cozinheira da família nos dias de festa. «fecho-me na cozinha e preparo-lhes uma jantarada vegan, não têm outra escolha», admite entre risos.
tirou o curso de teatro em paris, mas o gosto pela pastelaria e a recente paixão pela horticultura estão a roubar-lhe o tempo para o palco. «não há nada como comer as frutas e os legumes acabados de colher. se pudesse, cultivava até os cereais para fazer a farinha para os bolos», conta, desvelando alguns truques da agricultura biológica. vai todas as semanas à quinta da família em viseu, para tratar das sementeiras e das colheitas, que lhe deixam rasto nas mãos delicadas. «adoro trabalhar a terra, é duro mas é um relaxe toda aquela paz, rodeada dos meus cães».
decisão de peso
quem a vê, de cabelos longos e pulseiras nos braços, não a imagina a levantar halteres. menos ainda que é campeã nacional de halterofilismo, na categoria de 63 quilos. filipa antunes, aos 25 anos, contraria o protótipo de um atleta de alta competição nesta modalidade: «as pessoas pensam que para se ter força é preciso comer muita carne e muitos ovos e ficam espantadas quando percebem que sou vegetariana».
quem a vê, de cabelos longos e pulseiras nos braços, não a imagina a levantar halteres. menos ainda que é campeã nacional de halterofilismo, na categoria de 63 quilos. filipa antunes, aos 25 anos, contraria o protótipo de um atleta de alta competição nesta modalidade: «as pessoas pensam que para se ter força é preciso comer muita carne e muitos ovos e ficam espantadas quando percebem que sou vegetariana».
um desporto de força, como este, «não masculiniza ninguém», nem obriga a que se encha a barriga de bifes. aliás, carne é coisa em que ela não toca desde os 13 anos. quando entrou na universidade para estudar comunicação social tornou-se vegetariana e daí ao veganismo foi um passo: «deixei de comer ovos e laticínios quando me apercebi do que isso implicava».
«só te falta um bifinho para conseguires», provocam às vezes os colegas durante os treinos. como é norma na modalidade, toma suplementos para compensar o desgaste de três horas de treino diário. mas em vez de recorrer aos reforços proteicos à base de leite opta por um suplemento de proteína de ervilha. de resto, para reforçar a ingestão proteica, prepara muitas refeições com leguminosas, manteiga de amendoim, tofu, seitan ou soja texturizada.
filipa, que até se considerava «uma pessoa preguiçosa para o desporto», descobriu o halterofilismo quando se inscreveu num ginásio para fazer exercício, num ano de interregno dos estudos. agora está a completar o doutoramento em filmologia, em norwich, inglaterra, e vem a portugal sempre que há competições, porque não pode competir no reino unido.
é difícil ser vegan? nem por isso, considera filipa. em inglaterra até a tarefa de ler os rótulos é facilitada porque muitos produtos ostentam a marca suitable for vegans, para além de quase todos os restaurantes terem menus com opções vegetarianas. acredita que no futuro a indústria alimentar irá responder à maior consciência e exigência dos consumidores: «é uma decisão para a vida. preocupa-me o sofrimento dos animais mas também as questões ambientais e a saúde».
empreendedorismo vegan
farta de calçar sapatos sem graça e sem qualidade e de andar à procurar de alternativas elegantes que não tivessem pele de animais, paula pérez criou a marca de calçado que gostava de ter encontrado: nae, abreviatura de no animal exploitation. «foi por uma necessidade própria, associada à lacuna que existia no mercado e à mudança cada vez maior da consciência social, que se está a verificar, sobretudo, no norte da europa», explica com entusiasmo, ao final de mais um dia de ‘correria’.
farta de calçar sapatos sem graça e sem qualidade e de andar à procurar de alternativas elegantes que não tivessem pele de animais, paula pérez criou a marca de calçado que gostava de ter encontrado: nae, abreviatura de no animal exploitation. «foi por uma necessidade própria, associada à lacuna que existia no mercado e à mudança cada vez maior da consciência social, que se está a verificar, sobretudo, no norte da europa», explica com entusiasmo, ao final de mais um dia de ‘correria’.
paula é gestora de informação numa das maiores empresas de telecomunicações do país mas quando avançou para o negócio do calçado vegan, em 2008, ocupava o cargo de analista e ainda não lidava ??directamente com o mundo empresarial. sentiu a latejar a sua «veia empreendedora» e, com a ajuda do marido, que é informático, voltou-se para uma das área de excelência da indústria portuguesa. «recorremos a materiais como a cortiça, fibras naturais e peles sintéticas». a produção é assegurada por diferentes fábricas no norte do país.
são muitos os serões em que fica a dar andamento a encomendas para lojas em quase todos os pontos do mundo, com várias colecções a decorrer em simultâneo, porque se na europa é inverno, na austrália ou no brasil é verão. alemanha, holanda itália e austrália estão no topo da lista dos maiores clientes. já teve alguns pedidos curiosos, como umas sandálias em cortiça bordada a algodão para uma noiva em itália. «há uma procura crescente, não só pela questão da exploração animal, mas também por motivos ecológicos. a indústria das peles e dos curtumes é muito poluente».
em muitos contextos profissionais, paula pérez prefere nem mencionar que é vegan: «se disser que me contento com uma saladinha as pessoas aceitam porque sou mulher. já um homem não é bem assim». deixou de comer carne há 11 anos e desde há cinco que é vegan. «sinto o maior respeito pelos animais, não consigo comer nada que lhes pertença nem usar algo que resulte da sua exploração», justifica. em casa as filhas e o marido já aderiram às refeições vegetarianas e até o gato e os dois cães, que foram resgatados da rua, comem rações à base de soja. «carne não entra nesta casa».
a arte do ativismo
foi um vídeo na internet, há sete anos, que despoletou a mudança de nuno metello. deparou-se com imagens arrepiantes de cães esfolados para a indústria do pêlo e não conseguiu parar de pesquisar. as pistas levaram-no ao documentário meet your meat, a gota de água para deixar de comer carne e peixe. «recebi em casa um kit vegetariano enviado pela organização internacional peta, com indicações de como fazer a transição».
foi um vídeo na internet, há sete anos, que despoletou a mudança de nuno metello. deparou-se com imagens arrepiantes de cães esfolados para a indústria do pêlo e não conseguiu parar de pesquisar. as pistas levaram-no ao documentário meet your meat, a gota de água para deixar de comer carne e peixe. «recebi em casa um kit vegetariano enviado pela organização internacional peta, com indicações de como fazer a transição».
mas nuno estava habituado a que a mãe pusesse a comida na mesa e a decisão não foi fácil de pôr em prática. muniu-se de argumentos para acalmar os receios da família e três meses depois, nem ovos ou queijo comia. «agora reconhecem que é mais saudável e vão aderindo a muitos alimentos que antes nunca tínhamos se quer provado».
saudades do queijo teve, mas da carne não. já não era apreciador e alguns alimentos com sabores fortes, como os enchidos, só aprendeu a gostar na versão vegetariana. «há cada vez mais produtos e a preços acessíveis. já não é difícil ser vegan», admite o ilustrador de 29 anos que dedica parte do seu tempo ao activismo em defesa da mudança alimentar no grupo segundas sem carne. um movimento internacional, apoiado por várias figuras públicas, que sugere que se deixe de comer carne, pelo menos, uma vez por semana.
o interesse foi tal que nuno tem pesquisado sobre as origens do vegetarianismo no mundo e reunido muitos livros e documentos que mostram que em portugal a primeira associação vegetariana foi fundada há mais de um século. «é curioso que já em 1909 o salão nobre do ateneu comercial do porto enchia para ouvir o escritor jaime de magalhães lima falar de vegetarianismo. como ele dizia: ‘tem os seus pergaminhos, não é uma doutrina nascida de ontem’». e os argumentos usados nessa altura não eram muito diferentes dos de hoje.
«o planeta entraria em colapso se todos reivindicassem comer carne e peixe diariamente como os ocidentais», lembra nuno. o planeta não teria capacidade para produzir cereais para alimentar tantos animais nem para superar a poluição. gastam-se entre 13 a 15 quilos de cereais e leguminosas, e quinze mil litros de água potável, para produzir apenas um quilo de carne de vaca, quando esses mesmos recursos «podiam ser directamente usados na alimentação e no combate à fome no mundo», referem vários relatórios das nações unidas.
bloguer sem fronteirasse já procurou receitas vegetarianas e vegans na net, é muito provável que tenha ido parar a uma das muitas páginas organizadas por maria de lourdes carapelho. sozinha e a partir de casa, a ex-professora de inglês do ensino secundário mantém activos vinte blogues e meia dezena de páginas no facebook. nem todas são dedicadas à alimentação e aos direitos dos animais, mas a maioria tem subjacente esse objectivo e conquista milhares de visualizações.
um acidente obrigou-a a reformar-se e sobrou-lhe tempo para ficar em frente ao computador. «às vezes fico de boca aberta quando vejo as estatísticas do facebook», diz lourdinhas, o nome pelo qual gosta de ser tratada. a página com mais sucesso é a das receitas vegetarianas/veganas que em pouco tempo alcançou nove mil ‘likes’ e chega a mais de vinte e cinco mil pessoas por semana.
de quase tudo consegue-se uma boa receita! «até das cascas de banana se faz uma óptima sobremesa ou das sobras das ervilhas uns hambúrgueres para o jantar», garante. a cozinha vegetariana não é cara, nem tem que ser complicada. para destrinçar essa ideia e reunir num só local todas as receitas vegetarianas que ia encontrando na net, criou, em 2000, o blogue universo dos alimentos. tem para cima de três mil receitas doces e salgadas, onde se pode aprender a fazer omeleta sem ovos, leite de nozes ou até seitan caseiro. tudo em português, porque uma das principais fontes de inspiração é o brasil.
quando ainda ninguém sonhava com o facebook, já lourdinhas andava nos chats do mirc e do orkut a trocar ideias. «quase não havia informação sobre vegetarianismo nessa altura». foi há 20 anos que mudou para o regime vegetariano e, desde há 11, é assumidamente vegan: «custou-me imenso deixar o queijo. era queijo-dependente, comia a todas as refeições. agora nem me lembro dele». o leite de soja e os ‘queijos vegetais’ que prepara em casa, ocuparam o lugar dos lacticínios.
o que a fez mudar? um conjunto de argumentos, que não se cansa de repetir: «em primeiro lugar, não é suposto bebermos leite depois do desmame. somos os únicos seres que continuam a beber leite e, ainda por cima, de outra espécie. a questão do cálcio é um mito, porque existem outros alimentos que fornecem mais cálcio e com menos gorduras». outras razões de peso são as enzimas presentes no leite que são indigestas «e que estão na origem de alergias e problemas respiratórios, para além dos vestígios das hormonas e fármacos que são aplicados nas vacas leiteiras». há ainda uma questão ética que pesou na sua decisão: «a vida a que estão sujeitas. as vacas são como as mulheres, só dão leite se estiverem grávidas, por isso são continuamente engravidadas».
podia ser pequena, em idade e estatura, mas maria de lourdes sempre foi destemida na defesa dos animais. em criança era «o terror da vizinhança» porque onde visse animais presos ela encarregava-se de os libertar. abria as portas dos galinheiros, coelheiras, pocilgas e pombais, na esperança de que os animais fugissem e escapassem à faca. ficava angustiada com os gritos estridentes da matança ? dos porcos e de lágrimas nos olhos quando era obrigada a comer a carne que se «enrolava na boca», no restaurante dos pais, e que tentava esconder no guardanapo. hoje tem o neto como aliado, e muitos dos fãs das suas páginas.
nem melhor nem pior
em cada ano lectivo, o assunto vem à baila. é quase impossível evitar a curiosidade dos alunos e dos colegas quando se apercebem que orlando figueiredo é vegetariano. «os meus alunos perguntam-me muito o porquê da minha escolha? e alguns já tentaram mudar, com algumas discussões em casa», conta o professor de física e química, 45 anos, agora em pausa do serviço docente para concluir o doutoramento.
em cada ano lectivo, o assunto vem à baila. é quase impossível evitar a curiosidade dos alunos e dos colegas quando se apercebem que orlando figueiredo é vegetariano. «os meus alunos perguntam-me muito o porquê da minha escolha? e alguns já tentaram mudar, com algumas discussões em casa», conta o professor de física e química, 45 anos, agora em pausa do serviço docente para concluir o doutoramento.
na cozinha nunca se atrapalha. gosta de cozinhar e leva muitas vezes a comida de casa para a escola, por ser mais prático. chegou até, no período de exames, a preparar na cantina um almoço colectivo vegetariano. a ideia agradou tanto, que a própria escola instituiu que uma vez por semana a cantina tivesse refeições vegetarianas para os alunos e professores.
segue o regime vegan desde há um ano e meio: «sinto-me melhor porque tinha tendência para abusar dos queijos e iogurtes», reconhece orlando. em 2001 deixou de comer carne e peixe mas confessa que às vezes comia o que lhe punham à frente «porque estava cansado da reação das pessoas e de ter de estar sempre a justificar porque é que não comia animais», mesmo quando nem tocava no assunto.
às vezes não é fácil! as pessoas irritam-se por ele não partilhar da mesma refeição e tomam a decisão como «uma afronta ou uma declaração de superioridade moral, quando não é nada disso!». orlando esclarece: «ser vegan não faz de mim uma boa pessoa, não sou melhor nem pior do que os outros apenas por isso. pode ser eticamente louvável ter um comportamento que protege a vida dos animais, tal como há muitos outros gestos, de solidariedade, que o são também».
ainda reina a visão antropocêntrica no mundo. «a indiferença face aos animais e ao ambiente tem a ver com a noção de que o homem, por ter intelecto, está acima de tudo e todas as espécies, o que não é verdade. somos apenas um entre pares, uma parte do todo»
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sábado, 12 de maio de 2012
Gratinado de bróculos com alheira
Receita da Joana Felix
Ingredientes (serve 3 a 4):
6 batatas pequenas/médias
12 pézinhos de bróculos
2 alheiras vegetarianas
2 a 3 dentes de alho
Azeite q.b.
300 g de béchamel vegan
Pão ralado(usei um caseiro aromatizado com alho);
Azeitonas a gosto
Béchamel
300ml de leite vegetal
30 g de farinha
20 g de manteiga vegan
sal
pimenta
noz moscada a gosto
Preparação
A confecção é super simples e rápida!
Leva-se um tacho com água e sal ao lume e quando ferver adiciona-se as batatas descascadas e cortadas aos quartos no sentido longitudinal. Quando começar novamente a ferver adicionam-se os bróculos e deixa-se ferver cerca de 5 minutos ou até as batatas estarem semi cozidas, pois acabam de cozer no forno. Escorre-se e no mesmo tacho coloca-se o azeite q.b., leva-se ao lume e adicionam-se os dentes de alho partidinhos.
Quando começarem a estalar, juntam-se as batatas e os bróculos e deixa-se saltear um pouco. Deita-se num tabuleiro, e por cima desfazem-se as alheiras, envolvendo-se tudo ligeiramente. Rega-se com o molho béchamel, polvilha-se com o pão ralado, dispõem-se as azeitonas a gosto e leva-se a forno aquecido a 180.º cerca de 15 minutos.
Após esse tempo rega-se com um fio de azeite e liga-se a resistência de cima do forno para gratinar até ficar tostatinho a gosto!
Ingredientes (serve 3 a 4):
12 pézinhos de bróculos
2 alheiras vegetarianas
2 a 3 dentes de alho
Azeite q.b.
300 g de béchamel vegan
Pão ralado(usei um caseiro aromatizado com alho);
Azeitonas a gosto
Béchamel
300ml de leite vegetal
30 g de farinha
20 g de manteiga vegan
sal
pimenta
noz moscada a gosto
Preparação
A confecção é super simples e rápida!
Leva-se um tacho com água e sal ao lume e quando ferver adiciona-se as batatas descascadas e cortadas aos quartos no sentido longitudinal. Quando começar novamente a ferver adicionam-se os bróculos e deixa-se ferver cerca de 5 minutos ou até as batatas estarem semi cozidas, pois acabam de cozer no forno. Escorre-se e no mesmo tacho coloca-se o azeite q.b., leva-se ao lume e adicionam-se os dentes de alho partidinhos.
Quando começarem a estalar, juntam-se as batatas e os bróculos e deixa-se saltear um pouco. Deita-se num tabuleiro, e por cima desfazem-se as alheiras, envolvendo-se tudo ligeiramente. Rega-se com o molho béchamel, polvilha-se com o pão ralado, dispõem-se as azeitonas a gosto e leva-se a forno aquecido a 180.º cerca de 15 minutos.
Após esse tempo rega-se com um fio de azeite e liga-se a resistência de cima do forno para gratinar até ficar tostatinho a gosto!
terça-feira, 10 de abril de 2012
Cozido à Portuguesa
Receitas Regionais PortuguesasReceitas tradicionais portuguesas, originais ou numa versão vegana
Ingredientes
para 2 pessoas:
4 batatas
1 cenoura
algumas folhas de couve
100 gr de arroz
150 gr de seitan
1/2 chouriço de soja
1/2 farinheira de soja
azeite
sal
azeitonas
Preparação:
Descascam-se as batatas e lavam-se. Cortam-se e poem-se a cozer uns 10 minutos junto com a cenoura. Acrescentam-se os enchidos, o seitan e também a couve portuguesa. Cozem até estar tudo pronto.
Sirva com arroz branco.
Ingredientes
(4 pessoas):
1 farinheira de soja
1 chouriço de soja
6 salsichas veganas
2 ou 3 batatas médias
4 folhas grandes de couve portuguesa
½ couve branca ou coração pequena
2 ou 3 cenouras
1 cabeça de nabo
1 cebola
sal q.b
cominhos em pó q.b
água q.b
Preparação:
Coloca uma panela grande ao lume, com a água temperada com sal e cominhos. Vai pondo lá dentro os ingredientes por ordem de dificuldade de cozedura (primeiro batatas e cenouras, depois couves, enchidos).
Quando estiver tudo a ferver, podes mexer um pouco com a colher de pau, mas não muito.
Deixa cozer uns 20 minutos, e coloca o feijão pré-cozido. Prova, acerta o tempero e serve.
Sugestão: utiliza o caldo para fazer arroz ou massa, ou uma sopa de feijão
Centro Vegetariano
Ingredientes:
(4 pessoas)
1 chouriço vegetariano de soja
1 farinheira vegetariana
3 batatas 1 batata doce
2 cenouras, 1 nabo e 1 cebola
250 g de couve-flor
250 g de bróculos
½ couve-lombarda
6 dentes de alho
Sal e cominhos
350 g de seitan, azeite
1 folha de louro e 2 c. (sopa) de molho de soja.
Preparação:
1. Leve ao lume um tacho com cerca de 1,5 l de água. Depois de ferver junte o chouriço e a farinheira, picada com um palito.
2. Adicione os legumes aos pedaços e dois dentes de alho. Tempere com sal e os cominhos e coza, durante cerca de 30 minutos.
3. Corte o seitan aos pedaços e core-os no azeite, juntamente com os restantes dentes de alho esmagados, a folha de louro e o molho de soja.
4. Corte os enchidos às rodelas grossas e coloque-as num prato. Junte-lhe o seitan e os legumes cozidos e regue com um pouco do caldo da cozedura. Sirva de seguida.
Ingredientes
½ couve lombarda
½ couve coração de boi
1 nabo
2 cenouras
2 batatas
1 cebola
1 chouriço de soja
1 farinheira de soja
4 cravinhos da Índia
½ colher de café de cominhos em grão
sal q.b.
Preparação
Ponha meio litro de água numa panela e coloque primeiro as cenouras, depois os legumes e deixe ferver durante 15 minutos, em fogo lento. Acrescente as batatas, o chouriço, a farinheira, a cebola em que espetou os cravinhos e, por fim, o sal e os cominhos. Deixe cozer e sirva com um raminho de hortelã.
Do líquido que ficou, pode fazer uma sopa de massa miudinha.
Cozido vegano
Receita do site da Associação Vegetariana Portuguesa
domingo, 18 de março de 2012
Boston baked beans
400g de feijão branco
sal
2 cebolas
1 colher de chá de cravinho
75 gramas de açúcar mascavado
2 colheres de sopa de melaço de beterraba
1 colher de chá de mostarda em pó
1/2 colher de chá de pimenta preta
1/2 l de caldo de legumes/vegetais pronto ou caseiro
Enchidos veganos a gosto
Preparação
Ponha o feijão de molho durante uma noite. No dia seguinte, tempere de sal e deixe cozer cerca de 30 minutos, escorrendo em seguida. Espete o cravinho nas cebolas, ponha-as numa caçarola que vede bem e deite parte do feijão por cima. No caldo, misture 50 g de açúcar, o melaço e os condimentos. Adicione ao feijão. Introduza os enchidos na caçarola e cubra com o resto do feijão. Tape a caçarola e leve a cozer em forno quente (cerca de 175° C) cerca de 4 ou 5 horas. Na última meia hora, tire a tampa, polvilhe com o resto do açúcar e deixe tostar. Enquanto dura a cozedura, acrescente a água quente precisa.
A versão original da receita leva xarope de ácer. Quem não puder obtê-lo pode usar o melaço(de açúcar).
Ingredientes
100 g de feijão vermelho cozido, escorrido (opcional)
100 g de feijão frade/rajado cozido, escorrido
100 g de feijão manteiga cozido, escorrido
100 g de feijão branco cozido, escorrido
10 ml de molho de pimenta, tipo Tabasco
1 colheres (sopa) de açúcar mascavado
1/2 colher (sopa) de mostarda de Dijon
1/2 colher (sopa) de molho inglês vegano
1 colheres (sopa) de melado
Preparação
Preaqueça o forno em temperatura média-baixa (160 ºC).
Em uma assadeira média, misture os feijões com o açúcar, com o molho de pimenta, com a mostarda de Dijon, o molho inglês e o melado.
Leve ao forno preaquecido por 1 hora, ou até que que o feijão esteja espesso e borbulhante.
Sirva com pão de aveia.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Risotto de alheira vegetariana
Receita Veganizada do blog oquequesecomeaqui
- 1 colher sopa de azeite
- 1 cebola, finamente picada
- 1 dente de alho picado
- 75ml de vinho branco
- 150gr de arroz para risotto
- 1 alheira vegetariana
- 800ml de caldo de legumes a ferver
- vegan parmesão ralado
- sal a gosto
Aquecer o azeite num tacho em lume médio. Juntar a cebola e saltear até que fique branda. Juntar o alho e saltear durante mais 30 segundos.
Cortar as extemidades da alheira e retirar o seu conteúdo. Adicionar ao tacho e deixar cozinhar, mexendo regularmente, cerca de 5 minutos. Refrescar com o vinho branco e de seguida juntar o arroz, envolvendo na alheira.
Verter uma concha de caldo quente. Deixar cozer suavemente, mexendo constantemente, até que o líquido seja absorvido.
Continuar a juntar uma concha de caldo de cada vez, deixando que a cada adição o caldo seja absorvido antes de deitar mais caldo. Este processo demora cerca de 30 minutos.
Se achar necessário, temperar com sal.
Retirar do lume e envolver o queijo ralado.
Servir com salada de rúcula e parmesão.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Tacos
Tacos
Tortillas à base de milho, recheadas com chilli de feijão, glúten, queijo vegan, alface e salsa pico de gallo e guacamole
Ingredientes:suco de limão
4 colheres (sopa) de creme de leite vegetal
6 folhas de alface picadas finamente
1 colher (sopa) de chili em pó
2 tomates médios sem sementes picados
1 xícara (chá) de feijão em conserva
3 fatias de bacon de tofu em pedaços pequenos
2 cebolas médias fatiadas
1 colher (chá) de óleo
1 linguiça de soja
1 chouriço de soja
300 g de seitan
Preparação
Usando dois garfos, desfie o seitan e os enchidos. Aqueça o óleo numa panela e refogue a cebola e o bacon. Junte o seitan e os enchidos, os tomates e 4 colheres (sopa) de água. Incorpore o chili e cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até o seitan e os enchidos dourarem e não restar líquido. Retire e reserve.
Coloque o feijão noutra panela e cozinhe, mexendo com bem até obter uma pasta. Reserve.
Misture o creme de leite com um pouco de suco de limão. Reserve.
Guacamole:
polpa de 2 abacates pequenos amassada
1 cebola média fatiada
2 pimentas serrano ou pimenta-malagueta verde
2 colheres (chá) de suco de limão
1 tomate médio, sem pele e sementes, em pedaços
Coloque a polpa de abacate em uma tigela e junte o tomate, o suco de limão, a pimenta e a cebola. Misture até obter um creme homogêneo. Recheie as tortillas com o feijão, o seitan e enchidos, a alface, o guacamole e o creme azedo. Enrole-as e sirva a seguir.
Salsa Pico de Gallo
Ingredientes
1 tomate médio cortado em cubos
1 cebola bem picada
1/2 pimenta-jalapenho ou pimenta chili verde sem sementes e picada
2 raminhos de coentro fresco bem picados
1 cebolinha bem picada
1/2 colher (chá) de alho desidratado
1/8 de colher (chá) de sal
1/8 colher (chá) de pimenta
Misture todos os ingredientes em uma tigela média. Mexa até a mistura ficar homogênea. Leve à geladeira por 30 minutos.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Salsichas Vegetais
Ingredientes
1 colher de sopa de óleo de milho
1 cebola pequena, finamente picada
50 g de cogumelos, cortados em lâminas finas
1/2 pimento vermelho, sem sementes e finamente picado
400 g de feijão-cannellini enlatado, enxaguado e escorrido
100 g de pão ralado no momento
100 g de queijo cheddar vegano ralado
1 colher de chá de mistura de ervas secas
Farinha de trigo temperada
Óleo, para regar
Pãezinhos de "hotdog"
Rodelas de cebola frita
Preparação
- Aqueça o óleo uma frigideira. Junte a cebola, os cogumelos e os pimentos e cozinhe em lume brando, mexendo frequentemente, durante 5 minutos, até ficarem macios.
- Esmague o feijão-cannellini numa grande taça com um esmagador de batata. Junte a mistura de cebola, cogumelos e pimento, o pão ralado, o queijo ralado, as ervas e misture bem.
- Pressione bem o preparado com os dedos e molde 8 salsichas. Passe cada salsicha pela farinha temperada revestindo-a de forma uniforme. Reserve no frigorífico durante pelo menos 30 minutos.
- Grelhe as salsichas sobre uma folha de papel de alumínio untado com óleo colocado sobre brasas médias durante 15-20 minutos, virando-as e regando frequentemente com óleo até ficarem douradas.
- Abra um pãozinho ao meio e insira uma camada de rodelas de cebola fritas. Coloque a salsicha no pão e sirva as deliciosas salsichas vegetarianas. Pode acompanhar as salsichas vegetarianas com batatas com especiarias, pommes anna e salada de alfafa.
Fonte: receitasvegetarianas
1 colher de sopa de óleo de milho
1 cebola pequena, finamente picada
50 g de cogumelos, cortados em lâminas finas
1/2 pimento vermelho, sem sementes e finamente picado
400 g de feijão-cannellini enlatado, enxaguado e escorrido
100 g de pão ralado no momento
100 g de queijo cheddar vegano ralado
1 colher de chá de mistura de ervas secas
Farinha de trigo temperada
Óleo, para regar
Pãezinhos de "hotdog"
Rodelas de cebola frita
Preparação
- Aqueça o óleo uma frigideira. Junte a cebola, os cogumelos e os pimentos e cozinhe em lume brando, mexendo frequentemente, durante 5 minutos, até ficarem macios.
- Esmague o feijão-cannellini numa grande taça com um esmagador de batata. Junte a mistura de cebola, cogumelos e pimento, o pão ralado, o queijo ralado, as ervas e misture bem.
- Pressione bem o preparado com os dedos e molde 8 salsichas. Passe cada salsicha pela farinha temperada revestindo-a de forma uniforme. Reserve no frigorífico durante pelo menos 30 minutos.
- Grelhe as salsichas sobre uma folha de papel de alumínio untado com óleo colocado sobre brasas médias durante 15-20 minutos, virando-as e regando frequentemente com óleo até ficarem douradas.
- Abra um pãozinho ao meio e insira uma camada de rodelas de cebola fritas. Coloque a salsicha no pão e sirva as deliciosas salsichas vegetarianas. Pode acompanhar as salsichas vegetarianas com batatas com especiarias, pommes anna e salada de alfafa.
Fonte: receitasvegetarianas
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