Mostrar mensagens com a etiqueta shoyu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta shoyu. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de julho de 2013

"Caviar" falso


... da INCØGNITØ




500gr de sagu ***
1/2 litro de shoyu
1 folha grande de algas marinhas (nori ou kombu)
sal, tabasco, azeite e melado de cana

Cozinhe o sagu em fogo baixo com a alga até ficar transparente, em 2 litros de água já fervendo.
Prove para ver se está cozido. Geralmente leva 20 min.
Peneire e lave bem o sagu em água corrente para retirar toda a fécula.
Coloque num pirex de vidro, cubra com 1/2 litro de shoyu e deixe na geladeira durante 24 horas no pirex tampado para não ressecar. O shoyu vai se incorporar ao sagu, tornando-o parecido com caviar.
Prove o sal e o tabasco. Regue com azeite para dar brilho e melado de cana, se necessário.
Pode ser servido com rodelas de limão, acompanhando torradas integrais.

fonte: caroldaemon

*** fécula da mandioca granulada em formato de pequenas pérolas


Image and video hosting by TinyPic
.. com tostas

.. com creme de mandioquinha


100g de tapioca e cozinhar em lume baixo cerca de 30min, escorrer numa peneira, adicionar molho de soja e vai ao frigorífico 24h.
Tempere com azeite e pimenta(a gosto). Não necessita sal porque o shoyu é salgado.

Receita do blog adorocrochet



Ingredientes:
·      25 g de hijikis secas
·      1 c. sopa de óleo de sésamo (não utilizar azeite devido ao seu gosto acentuado para este prato)
·      2 c. sopa de shoyu/tamari
·      1 c. sopa de mirin (vinho de arroz) ou vinho branco seco
·      1 c. sopa de vinagre de arroz
·      1 c. sopa de tahine (manteiga de sésamo)

Preparação:
·      Lavar as algas em duas ou três águas.
·      Cobrir as algas de água e demolhá-las até ficarem tenras.
·      Picar as algas muito finas até obtermos alguma coisa parecida com ovas de caviar.
·      Aquecer o óleo e juntar as algas, salteando-as 2 ou 3 minutos. Deixá-las arrefecer.
·      Juntar o shoyu/tamari, o mirin ou vinho branco, cobrir e deixar cozinhar durante cerca de 40 minutos até que todo o líquido seja absorvido.
·      Juntar o vinagre e cozinhar mais 3 a 5 minutos.
·      Retirar do lume e juntar o tahine.
·      Deixar arrefecer e servir a barrar tostas com uma rodela de limão como guarnição.

Onde comprar
Sobre as Algas









sexta-feira, 1 de junho de 2012

Shoyu caseiro



Como se Faz Shoyu?

A data de surgimento do shoyu diverge bastante de uma fonte para outra. As mais confiáveis dizem que o shoyu é um produto até que recente da culinária oriental no formato líquido que conhecemos, tendo cerca de 500 anos apenas. Antes disso, o shoyu era um molho rudimentar, de consistência pastosa, feito a base de grãos mofados, para preservar os alimentos durante o transporte. Era preparado utilizando condimentos mais comuns na região, como o sal, o vinagre e o missô, uma pasta fermentada e salgada feita de soja, muito utilizada em sopas e pratos frios. Até a criação do shoyu, o peixe era acompanhado por um molho à base de umeboshi (tipo de ameixa, que hoje em dia é encontrada em conservas salgadas), flocos de peixe seco e sake.

O molho de soja tem provavelmente origem chinesa e é feito a partir da fermentação de grãos de soja e trigo, agregados a um fermento, água e sal. Em substituição ao trigo, também pode ser usado feijão ou milho, que deixam a mistura um pouco mais adocicada. A soja é cozida, o trigo é torrado e levemente esmagado e os dois são misturados para depois receberem o fermento (o mesmo usado para produzir o missô). Na fabricação tradicional, a mistura é fermentada por cerca de três dias, sendo revolvida sempre que a temperatura da massa se aproxima de 40ºC. No final, são acrescentados sal e água. Então, a mistura vai para um tanque onde descansa cerca de um ano até ser filtrada, pasteurizada e embalada. Claro, esse é o método tradicional e caseiro, feito assim desde que foi inventado. O shoyu de boa qualidade não precisa necessariamente ser preto, pode ser marrom ou até mesmo um pouco avermelhado, mas têm que ser translúcido.

Hoje, porém, existe uma larga produção industrial de shoyu, que alguns costumam chamar de sintética, na qual os aminoácidos da soja são separados por hidrólise e acrescenta-se caramelo e aromatizantes. Mas mesmo esse processo para obter o molho leva cerca de uma semana.


O shoyu contém proteínas, cálcio, vitaminas, principalmente do complexo B, e enzimas obtidas com o processo de fermentação da levedura. Tem ação antioxidante e pode prevenir doenças como osteoporose, câncer de mama e do colo do útero. Contudo, possui grande quantidade de sódio e sal. Outra possível restrição ao shoyu é que ele contém glutamato monossódico, que pode ser nocivo se consumido em grandes quantidades, levando em conta que o organismo dos ocidentais não está tão acostumado a essa substância quanto os orientais. Por isso, deve ser consumido com moderação. Hoje em dia já existem as versões light, que contém menos calorias e, o mais importante, menos sal.

No Brasil, o shoyu só "estreou" há 100 anos, juntamente com o início da imigração japonesa para o país. Entretanto, no século XV, os holandeses já haviam descoberto seus encantos e o tempero já começou a circular pela Europa com o nome de Soy. Especula-se que era esse o condimento secreto usado nos banquetes da corte francesa de Luís XIV, servido em potinhos espalhados pela mesa, que fascinava os comensais. O molho de soja japonês era levado para a Europa em garrafas de prata e, apesar de seu custo elevado, acabou tornando-se popular entre os nobres.